Mentes Lúcidas

Quando o racional fica em silêncio e vive no conformismo, torna-se parte do problema e perde a total credibilidade da razão

A humanidade é o ser vivo racional em extinção

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ImagemNós somos egocêntricos e extremamente oportunistas. Para nos sentirmos bem, desejamos e colocamos outras pessoas na opressão, queremos ter a moral e ser perfeitos a todo momento. Não aceitamos opiniões e não conhecemos o diálogo. Os dons mais preciosos para viver em sociedade a comunicação e o amor estão ridicularizados. Todo o sistema em que nós vivemos leva a acreditar que somos impotentes, fracos, a sociedade é má, cheia de crime e por aí em diante. É tudo uma grande mentira. Nós somos poderosos, lindos e extraordinários. Não há razão para não percebermos quem realmente somos e para onde vamos. Não há nenhuma razão para um indivíduo normal não ser realmente forte. Nós somos seres incrivelmente extraordinários. E pensar que gasto anos de minha vida, os primeiros 25 a tentar ser alguma coisa. Eu tentava ser bom nas coisas, bom com as mulheres, na escola e no trabalho. E tudo me parecia correr nessa perspectiva… eu nunca estive bem comigo, mas se eu fosse bom nas coisas… aí eu percebia que estava fazendo tudo ao contrário. O que eu deveria era tentar saber quem no fundo, eu era realmente. Agora, na nossa cultura, fomos treinados para que as nossas individualidades se destacassem. Para isso, olhamos para as pessoas e elas imediatamente são mais espertas, mais burras, mais velhas, mais novas, mais ricas, mais pobres, e fazemos todas estas distinções dimensionais, pondo-as em categorias e tratando-as dessa maneira. E chegamos ao ponto em que só vemos os outros separados de nós, do modo em que estão separados. E uma das características dramáticas da experiência é estar com outra pessoa e de repente reparar nos aspectos em que é exatamente igual a ti, e não diferente de ti, e experimentar o fato de que aquilo que é a essência em ti e que é a essência em mim, são uma coisa só compreender que não há um outro. Somos todos uns só.

“As velhas apelações ao chauvinismo racial, sexual e religioso, ao furioso fervor nacionalista, estão começando a não funcionar. Uma nova consciência começa a desenvolver-se, que vê a terra como um sóorganismo, e reconhece que um organismo em guerra consigo próprio está condenado”. (Carl Sagan)

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