Mentes Lúcidas

Quando o racional fica em silêncio e vive no conformismo, torna-se parte do problema e perde a total credibilidade da razão

Educação nas estatísticas

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Considerando as pessoas de 25 anos ou mais de idade, observou-se que 49,3% eram sem instrução ou não tinham sequer concluído o ensino fundamental, enquanto 11,3% tinham pelo menos curso superior de graduação completo. Esse último indicador ficou em 7,6% na região Norte, 7,1% na Nordeste, 12,1% na Sul, 13,2% na Centro-Oeste e 13,7% na Sudeste. O percentual referente à parcela sem instrução ou com o fundamental incompleto foi maior nas regiões Nordeste (59,0%) e Norte (53,6%).

Os dados de 2000 e 2010 foram harmonizados para que pudessem ser comparados. Considerando as pessoas de 25 anos ou mais de idade, verificou-se que o percentual de pessoas sem instrução ou com o fundamental incompleto caiu de 64,0% para 49,3% no total, de 58,8% para 44,2%, na área urbana, e de 90,3% para 79,6%, na área rural. Na população masculina, a queda foi de 64,8% para 50,8%, e na feminina, de 63,4% para 47,8%.

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A taxa de abandono escolar precoce é a proporção de jovens de 18 a 24 anos de idade que não haviam completado o ensino médio e não estavam estudando. Houve uma queda de 11,5 pontos percentuais dessa taxa de 2000 para 2010, passando de 48,0% para 36,5%. Essa taxa foi maior entre os homens (41,1%) que entre as mulheres (32,0%). Uma parcela significativa dos jovens de 18 a 24 anos de idade sem ensino médio completo abandonou a escola após ingressar nesse nível, isto é, 21,2% dos mesmos. Uma proporção ainda maior deles abandonou a escola sem completar o ensino fundamental (52,9%).

Imagem           As vinte menores taxas (entre 6,5% e 17,2%) de abandono escolar precoce foram encontradas em municípios da região Sul e do estado de São Paulo, sendo a menor em Santana da Ponte Pensa, município de São Paulo. As vinte taxas mais altas (os resultados mais insatisfatórios) se encontravam mais dispersas pelo território e variavam entre 68,5% e 80,1%, esta última referente a Doutor Ulysses (PR).

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De 2000 para 2010, o rendimento real médio dos empregadores caiu 18,6% (de R$ 6.138 para R$ 4.994), enquanto o dos empregados cresceu 15,8% (de R$ 1.018 para R$ 1.179). Por outro lado, a distribuição das pessoas de 10 anos ou mais por classe de rendimento mostrou que, em 2010, a população de 10 a 17 anos estava concentrada nas primeiras faixas de rendimento de trabalho, com destaque para a de sem rendimento, enquanto uma em cada três pessoas de 18 anos ou mais recebia de 1 a 2 salários mínimos (33,5%).

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De uma forma geral, o Censo 2010 mostra que as taxas de escolarização e o nível de instrução cresciam com o aumento do rendimento mensal domiciliar per capita, não precisando de cotas, bolsas misérias… Precisamos de professores qualificados, infra-estrutura para o ensino, materiais didáticos de qualidade e conteúdo independente e menos políticos e povo corrupto alienado.

FONTE: IBGE e Jornal da cultura.

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